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26/02/2018

Evangélicos de MS querem representante no Senado

Objetivo é contribuir para o aumento do segmento no Congresso

Para atender a estratégia de líderes nacionais de igrejas evangélicas e partidos ligados a elas de aumentar sua bancada no Congresso Nacional, os cristãos sul-mato-grossenses pretendem lançar candidato ligado diretamente ao segmento para disputar vaga no Senado Federal nas eleições deste ano. A proposta é contribuir para a bancada evangélica ampliar de 93 para 150 parlamentares na Câmara dos Deputados e de três para 15 no Senado. No Estado, líderes políticos evangélicos estão mobilizados para assegurar mais espaço no cenário político nacional. Uma dessas líderes é a vicegovernadora Rose Modesto, enfatizando que “é natural o segmento classista se organizar, o segmento cristão não é diferente”, ressaltando que “em toda eleição o segmento (evangélico) está unido neste sentido (eleger representantes). No estado é legítimo termos um candidato a senador, já estamos trabalhando para isso, como também buscar a reeleição para Reinaldo Azambuja”. Para o vereador evangélico de Campo Grande Júnior Longo (PSDB), hoje as opções a uma vaga ao Senado são Nelsinho Trad, Pedro Chaves (que vai tentar reeleição), Zeca do PT, “só que nenhum destes nomes vem contemplando o segmento importante, que é a bancada evangélica. O senador Pedro Chaves vai para o PRB enxergando no futuro a possibilidade de se aproximar, mas ele não é do segmento. Temos de manter o espaço conquistado de vice-governador e ter um candidato ao Senado Federal. Temos dois nomes fortes: Rose Modesto, que é vice-governadora, e Elizeu Dionizio, que é deputado federal”. Outro vereador da Capital cristão que defende candidato “puro” ligado aos evangélicos é o Papy (Solidariedade). “Independente de quem for para majoritária, a gente deve apresentar um bom nome ao Senado, de alguém que tenha condições de se eleger. O segmento vem se articulando desde outras eleições para conseguir mais cargos eletivos, elegemos vereadores, deputado estadual e agora temos o deputado federal Elizeu Dionízio. Precisamos ter agora um senador sul-mato-grossense cristão. O segmento precisa avançar mais, abrir mais espaço, não pode voltar para trás”. Para esses líderes, os evangélicos não têm representação no Congresso Nacional proporcional a sua participação na sociedade. No Brasil, segundo pesquisa Datafolha, em dezembro de 2016, a população evangélica correspondia a 29% da população, porém são 16,5% dos congressistas. Já em Campo Grande houve aumento de 74% na quantidade de pessoas evangélicas entre 2000 e 2010, de acordo com o Censo, realizado pelo IBGE. De 137.170 evangélicos, o número passou a 239.882. Já os católicos tiveram retração. Os que se declararam católico, número caiu de 424.376 (em 2000) para 405.627 (2010). Líderes nacionais O posicionamento dos evangélicos foi definido em outubro por representantes das igrejas Batista, Assembleia de Deus, Evangelho Quadrangular, Universal do Reino de Deus, Internacional da Graça de Deus, Mundial do Poder de Deus, Terra Nova, Fonte da Vida e Sara Nossa Terra, entre outras.

Correio do Estado

 

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