18 de Dezembro de 2018

(67) 3521-0808


Home
Meio Ambiente Cidade Política Geral Poesias Economia Acontecimentos Dr. Sérgio Luís Entretenimento Esporte
Fotos Vídeos Contato 103 Anos de Três Lagoas
×





12/04/2018

Azambuja aposta em legado de seu governo para campanha

Governador disse que enfrentou crise financeira durante mandato, mas não deixou Estado sucumbir
Apostando na reeleição para o governo de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja disse que vai mostrar o legado que deixou, para conseguir o primeiro lugar no pleito de outubro. Entre os três melhores colocados, ele disputa a liderança com os pré-candidatos André Puccinelli (MDB), exgovernador, e Odilon de Oliveira (PDT), juiz federal aposentado. Durante coletiva na manhã de ontem (11), ele ressaltou que os 79 municípios tiveram investimentos em todos os setores, destacando saúde e educação. “Se olhar a teia da Caravana da Saúde, da regionalização da saúde, é uma coisa real. olhar obras nos 79 municípios, também é real. Todos os municípios, hoje, têm investimentos: habitação, saneamento e infraestrutura. Se olhar o crescimento no setor educacional, não é só o salário do professor, mas notas do Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica] que melhoraram”. Conforme Azambuja, uma das principais dificuldades de seu governo foi superar a crise econômica brasileira, que reduziu os investimentos do governo federal e, consequentemente, do Executivo estadual. “Acho que ninguém passou o que os estados passaram nestes três anos, a maior crise do País. E Mato Grosso do Sul, graças ao empenho de muitos, não sucumbiu. Não teve afetado pagamento de salário, de fornecedores e projetos de investimentos”, afirmou. Destacando sua vitórias durante os três primeiros anos à frente da administração do Estado, Azambuja voltou a citar a crise de segurança pública que tem ocorrido em outras unidades da federação, como no Rio de Janeiro, onde foi necessária uma intervenção militar. “Olha o Brasil no desmonte da segurança pública, e nós, aqui, nos mantendo como o terceiro Estado mais seguro do País. Diminuiu os indicadores de violência. Isso é fruto de trabalho e planejamento. A população é sábia e inteligente de ver o que é melhor para o Estado. No momento oportuno, ela terá a oportunidade de escolha”, argumentou, destacando as eleições de outubro. Questionado sobre as pesquisas eleitorais, que têm colocado Puccinelli e Odilon à sua frente na escolha da urna, o administrador do Estado justificou que a população ainda não parou para pensar nas eleições. “A gente vê crescimento de algum candidato e diminuição de outros. Isso é uma sazonalidade. A campanha em si começa após 15 de agosto. Não sabemos quais candidaturas estarão registradas até lá, mas o grande legado do governo é a responsabilidade e o enfrentamento à crise”. Assim como quando a vice-governadora Rose Modesto (PSDB) concorreu à Prefeitura de Campo Grande, neste ano, o secretário de Administração, Carlos Assis, vai sair da gestão para coordenar a campanha do PSDB. “Vou ajudar a administrar até quando der e, depois, sair para campanha de reeleição do Reinaldo”.

Correio do Estado

 

Versão Impressa



Mais Lidas

    
  1. Renovação de frota motiva venda de caminhões usados
  2. BANDA KORRERIA 77 É ATRAÇÃO NO ENCERRAMENTO DO MOTO SHOW 2014
  3. ASFALTOS ESTADUAIS NO BOLSÃO CONCLUÍDOS
  4. Centro Cultural recebe obras do Marco para a exposição “Brasil Central”
  5. Fundação de Cultura realiza Oficina de Cerâmica de Bichos do Pantanal em Alcinópolis