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28/11/2018

PSDB entra na disputa por comando da Assembleia

Além do governar o Estado, tucanos querem mais poder para participar das decisões políticas e administrativa O PSDB entra na batalha para comandar a Assembleia Legislativa, tirando a hegemonia do MDB, a partir de 2019. O partido já governa o Estado de Mato Grosso do Sul com Reinaldo Azambuja reeleito para o segundo mandato. Mas os tucanos querem mais poder para participar das decisões políticas e administrativa. Ontem, a bancada iria se reunir para definir o nome. Mas a reunião foi cancelada por falta de quorum. Os tucanos estão divididos. Dos cinco deputados, quatro disputam na bancada a indicação para enfrentar os eventuais rivais - até porque ainda não existe consenso por candidatura única - na briga pela presidência do Poder Legislativo. Os atuais concorrentes não estão com discurso afinado. O deputado Onevan de Matos disse que apenas ele e Paulo Corrêa estão disputando internamente a indicação para ser candidato a presidente. “Felipe não é candidato”, afirmou. O deputado Felipe Orro rebateu a declaração de Onevan, dizendo ser sim candidato. E revelou a intenção de Rinaldo Modesto de concorrer, também, a indicação do partido. Apenas o deputado eleito Marçal Filho, estreante, não manifestou interesse de concorrer a presidência do Poder Legislativo. O discurso conflitante mostra o racha na bancada e o governador Reinaldo Azambuja não pretende, por enquanto, interferir no processo eleitoral para evitar desgaste. Mas será acionado pelas lideranças para aparar as eventuais arestas e definir por candidato de consenso. Onevan informou sobre a ligação do presidente regional do PSDB, deputado Beto Pereira, adiando a reunião para a próxima semana. Ele indicou inconformismo de alguns parlamentares para “fugir” da reunião. “Viram que a situação não ficou boa para lá, tão correndo para ver se reverte”, afirmou. Paulo Corrêa estaria em viagem ao interior e não chegaria a tempo para discutir a escolha do candidato. Porém, ele esteve presente no evento do governador realizado na tarde de ontem, em Campo Grande. Onevan ficou inconformado com essa atitude. Nem Beto e muito menos o Marçal Filho apareceram. Apenas Onevan e Orro compareceram ao diretório do partido. Mas antes de buscar apoio dos outros partidos, Felipe Orro defendeu primeiro a escolha do candidato a presidente. O critério estabelecido, segundo Onevan, é do candidato sair da bancada do PSDB. Só que a coligação que ajudou na reeleição de Azambuja está dividida, também, porque nem todos os deputados estão dispostos, no momento, a apoiar o nome indicado pelo PSDB. Para Onevan, “o PSDB não discutiu a questão da possibilidade da presidência (da Assembleia) ficar com outro partido”. Segundo ele, “o PSDB não abre mão da presidência até por ser a maior bancada”. Para eleger o presidente, o partido precisará apoio de mais oito deputados de outros partidos para completar 13 dos 24 votos.  De acordo com Orro, o candidato a presidente da Casa de Leis escolhido pelos tucanos, vai buscar o apoio dos outros partidos. “Conversei com todos os deputados, mas tem que definir o nome antes”. Orro confessou que está difícil entrar num consenso, porque todos  os tucanos querem a presidência. “Mas tem tempo ainda”, comentou.

Correio do Estado

 

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