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10/06/2019

Programa terá faixa de renda de até 1 salário

O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, apresentou algumas novidades adotadas no programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. O anúncio foi feito durante a audiência pública realizada pela Comissão do Desenvolvimento Urbano, da Câmara dos Deputados. Os novos programas habitacionais serão divididos em acesso à moradia (deficit habitacional) para baixíssima renda (alienação e utilização do imóvel) e a promoção de melhorias das condições de moradia (urbanização e regularização fundiária).

 A faixa de baixíssima renda compreenderá as famílias de até 1 salário mínimo, e a faixa de baixa e média renda compreenderá as famílias de 2 a 7 salários mínimos. Além disso, haverá o fator de localização que influenciará no aporte financeiro de recursos.

ALINE OLIVEIRA respectiva instituição de Ensino Superior para comprovação das informações no período de 18 a 25 de junho, caso tenha sido selecionado na primeira chamada, e de 2 a 8 de julho, na segunda. A lista de espera, caso as vagas não sejam ocupadas, fica disponível no site para consulta pelas instituições de ensino no dia 18 de julho. Este fator visa atender as peculiaridades regionais (variação de custos conforme o estado).

Segundo Gustavo Canuto, o valor do imóvel tem de ser atrativo economicamente para todas as regiões do Brasil, pois os custos são diferentes conforme a região do País. O Correio do Estado publicou uma reportagem, em fevereiro deste ano, na qual divulgou que o saldo negativo de moradias em Mato Grosso do Sul é de 86.012 unidades habitacionais, para uma população de 2,6 milhões de habitantes, segundo dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), realizado em 2010

. Entre 2015 e 2018, a administração estadual construiu 18% da quantidade de moradias necessárias para extinguir o deficit habitacional do Estado. (Colaborou Luana Rodrigues)

Correio do Estado

 

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