15 de Março de 2019

(67) 3521-0808


Home
Meio Ambiente Cidade Política Geral Poesias Economia Acontecimentos Dr. Sérgio Luís Entretenimento Esporte
Fotos Vídeos Contato 103 Anos de Três Lagoas
×





10/07/2019

Índice Rápido do Aedes aegypti de Três Lagoas está em 0,8, mas exige atenção da população

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Três Lagoas, por meio do Setor de Controle de Endemias da Diretoria de Vigilância em Saúde e Saneamento, divulgou os extratos do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti – LIRA nesta semana.

Como consta no LIRA de julho, o índice geral de infestação do Aedes aegypti é de 0,8 (Entenda melhor o LIRA). Portanto, pelos critérios de avaliação do Ministério da Saúde, Três Lagoas se encontra dentro do padrão de normalidade, no entanto, com alerta, pois ainda é um número alto, haja vista que índices acima de 1 são considerados preocupantes.

Essa situação, conforme indicam os extratos, vem sendo constatada, principalmente, nos seguintes bairros: Lapa (1,7), Jardim Morumbi (2,5), Jardim Mirassol (4,5), Cohab JK (2,8), Jardim Alvorada (1,9), Jardim Nova Americana (2,9), Jardim das Acácias (3,7), Vila Alegre (1,4), Santa Luzia (4,6), Novo Oeste (2,9), Orestinho (2,0), Vila Haro (3,3), Vila Maria (2,3), Esplanada NOB (3,0), Nossa Senhora Aparecida (2,1) e Nossa Senhora das Graças (6,9).

Apesar desses bairros serem os mais preocupantes, a Cidade como um todo tem que se manter em alerta, pois o menor descuido pode levar ao aumento do índice e, com isso, afetar a todos. Vale lembrar que os ovos do Aedes aegypti podem ficar até um ano sem contato com a água e, quando chega o período de chuva, esses eclodem e podem infectar pessoas que habitam em regiões com criadouros.

LIXO NOS QUINTAIS E RESIDÊNCIAS

Para a obtenção dos resultados, os Agentes de endemias visitaram 2.756 imóveis e nesse total visitado foi constatada a presença de 21 depósitos positivos do Aedes aegypti.

Os pequenos depósitos móveis, como baldes, vasilhas, copos de plástico, bebedouros de animais de estimação e outros, são os criadouros mais verificado, com 36,4%.

Em segundo lugar, como mostram os extratos deste LIRA, com 31,8%, estão os chamados “depósitos fixos”, na sua maioria encontrados dentro das residências, como ralos de banheiros, vasos sanitários com pouco uso ou de casas desabitadas.

Já outros depósitos de armazenamento de água, como bueiro, por exemplo, correspondem a 18,2% do total. O lixo em geral, jogado nos quintais e até no interior das residências, como, latas, recipientes de plástico, sucatas e entulhos, representa 13,6% dos criadouros encontrados.

Com esses resultados apurados, o Índice de Infestação Predial (IP) é de 0,8% e o Índice de Infestação de “Breteau” (IB), baseado na quantidade de depósitos encontrados em cada imóvel visitado, também ficou em 0,8%.

 

DIRETORIA DE COMUNICAÇÃO

 

Versão Impressa

×

CAPA

Jornal Impresso



Mais Lidas

    
  1. PSICOLOGIA AEMS: MAIS UM RECONHECIMENTO DO MEC
  2. Longe dos problemas na Coluna
  3. ‘Não desistiremos do Brasil’, diz viúva
  4. Rodada define semifinalistas do Sul-Mato-Grossense sub-19
  5. Desmatamento na Amazônia já afeta o clima. Entrevista com Antonio Donato Nobre, INPE