18 de Janeiro de 2021

(67) 3521-0808


Home
Meio Ambiente Cidade Política Geral Cultura Economia Outros Entretenimento Esporte Saúde e bem estar Ciência e Técnologia Turismo
Fotos Vídeos Contato 103 Anos de Três Lagoas
×





12/01/2021

Secretário de Saúde de SP cobra agilidade da Anvisa: "não podemos esperar"

Jean Gorinchteyn voltou a criticar "burocratização" que atrasa uso emergencial da vacina no Brasil.

O secretário estadual de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, aproveitou a entrevista coletiva sobre os dados de eficácia da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan bo Brasil, para cobrar agilidade na análise de dados do imunizante por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. "Por que a Europa já está vacinando, e vacinando muito, e nós ainda discutimos a burocracia?", questionou.

Segundo o secretário, os dados da vacina - apresentados nesta terça-feira (12) ao público - foram enviados oficialmente à Anvisa no dia 8 de janeiro, quinta-feira, em um dossiê de 10 mil páginas. A agência, por sua vez, possui um prazo de 10 dias a partir do envio dos documentos para autorizar ou não o uso emergencial da vacina no Brasil.

O secretário estadual de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, aproveitou a entrevista coletiva sobre os dados de eficácia da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan bo Brasil, para cobrar agilidade na análise de dados do imunizante por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. "Por que a Europa já está vacinando, e vacinando muito, e nós ainda discutimos a burocracia?", questionou.

Segundo o secretário, os dados da vacina - apresentados nesta terça-feira (12) ao público - foram enviados oficialmente à Anvisa no dia 8 de janeiro, quinta-feira, em um dossiê de 10 mil páginas. A agência, por sua vez, possui um prazo de 10 dias a partir do envio dos documentos para autorizar ou não o uso emergencial da vacina no Brasil.

No sábado, porém, a Anvisa cobrou dados mais detalhados do Butantan sobre a vacina, entrando em contradição com o governo que afirma ter enviado todas as informações necessárias. Mais tarde, o Instituto Butantan confirmou que informações complementares ainda estavam sendo enviadas.

O secretário estadual de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, aproveitou a entrevista coletiva sobre os dados de eficácia da vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan bo Brasil, para cobrar agilidade na análise de dados do imunizante por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. "Por que a Europa já está vacinando, e vacinando muito, e nós ainda discutimos a burocracia?", questionou.

Segundo o secretário, os dados da vacina - apresentados nesta terça-feira (12) ao público - foram enviados oficialmente à Anvisa no dia 8 de janeiro, quinta-feira, em um dossiê de 10 mil páginas. A agência, por sua vez, possui um prazo de 10 dias a partir do envio dos documentos para autorizar ou não o uso emergencial da vacina no Brasil.

No sábado, porém, a Anvisa cobrou dados mais detalhados do Butantan sobre a vacina, entrando em contradição com o governo que afirma ter enviado todas as informações necessárias. Mais tarde, o Instituto Butantan confirmou que informações complementares ainda estavam sendo enviadas.

Até a segunda-feira, Anvisa apontava que 50,8% dos documentos sobre a CoronaVac foram enviados pelo Butantan.

Apesar de análise ainda estar dentro do prazo, porém, o governo de Sâo Paulo desconfia de interferências políticas sobre o assunto. Há dois dias, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), cobrou "senso de urgência" da agência em analisar os dados.

IG

 

Versão Impressa

×

Jornal Impresso



Mais Lidas

  1. Sindicato dos Metalúrgicos quer que a Ford reverta demissões
  2. Veja o que pode e o que não pode no Enem 2020
  3. Pará proíbe entrada de barcos de passageiros provenientes do Amazonas
  4. Trabalhador afastado por Covid-19 tem direito a auxílio-doença do INSS
  5. PMA - MS autua 92 por crimes contra a fauna, resgata 774 animais de criminosos e captura 2.268 animais silvestres