Vídeos Quem Somos Contato
Polícia Militar Ambiental de Campo Grande (MS) prende funcionário de fazenda com animal silvestre e armas de caça
16 de maio de 2021 20:59
Polícia Militar Ambiental de Campo Grande (MS) prende funcionário de fazenda com animal silvestre e armas de caça
Polícia Militar de MS

Campo Grande (MS) – A Polícia Militar Ambiental de Campo Grande realizavam fiscalização nas propriedades rurais do município de Ribas do Rio Pardo e também para orientação e prevenção aos incêndios com entrega de folhetos educativos na operação Prolepse, mas em uma fazenda foi flagrado um capataz com cinco armas de caça, inclusive, uma de caibre restrito e um animal silvestre.

Na propriedade, os Policiais localizaram um filhote de animal silvestre da espécie Tayassu tajacu (cateto), que era criado ilegalmente. Com relação ao cateto, o capataz da fazenda afirmou que havia encontrado o bicho abandonado na fazenda e que realmente o criava. Em um barracão, em um arreio para animal, a equipe encontrou uma espingarda do tipo garrucha, calibre 22. O capataz afirmou que a arma lhe pertencia e perguntado sobre outras armas, afirmou que as possuía e levou os Policiais à sua residência e entregou mais uma espingarda calibre 28 e duas espingardas calibre 22, além de 14 munições calibre 22 e 10 munições calibre 38.

O capataz ainda informou que havia uma espingarda na sede da propriedade, que pertenceria ao seu patrão. A arma foi apreendida, uma espingarda de calibre 44, que estava carregada com quatro munições. Todas as armas e munições não possuíam documentação e foram apreendidas, juntamente com o animal silvestre, este, encaminhado ao Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS), na Capital.

O capataz (51), residente em Ribas do Rio Pardo (MS), recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia de Polícia Civil, onde ele foi autuado em flagrante pelo crime ambiental de posse ilegal de armas e munições e por crime ambiental de criar animal silvestre. A pena prevista para o crime de posse ilegal de arma é de um a três anos de detenção e pelo crime ambiental, a pena é de seis meses a um ano de detenção. O infrator também foi autuado administrativamente e foi multado em R$ 500,00 pela criação do cateto.


PMMS






Mais Lidas
  1. Edificações nos rios de Três Lagoas (MS) é tema de reunião solicitada pela SEDECT à empresa CTG Brasil
  2. Governo de Mato Grosso do Sul inicia pagamento de auxílio aos profissionais de turismo nesta quarta-feira (15)
  3. Veículos com placa final 9 devem ser licenciados até o dia 30
  4. Base e oposição ao governo querem mudanças no novo Bolsa Família
  5. Brasil investe US$ 1 bilhão em importação de placas solares por ano, diz estudo

Ver