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Nas redes sociais Carlos Wizard falava muito sobre a pandemia mas na CPI resolveu ficar em silêncio
01 de julho de 2021 08:05
Nas redes sociais Carlos Wizard falava muito sobre a pandemia mas na CPI resolveu ficar em silêncio
Reprodução Live Senado Federal

O empresário Carlos Wizard Martins foi convocado a depor e repetiu ao menos 70 vezes que iria permanecer em silênciao, então a CPI da Covid encerrou a sessão planejada para ouvir o empresário Carlos Wizard, apontado como integrante do suposto gabinete paralelo de assessoramento ao presidente Jair Bolsonaro em assuntos da pandemia.

Amparado por uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), Wizard fez apenas uma fala inicial aos senadores, e optou por ficar em silêncio durante as cinco horas e meia de interrogatório promovido pelos integrantes da CPI.

Quando apresentou sua versão, Wizard negou que tenha participado ou tenha conhecimento do "gabinete paralelo" e afirmou também que nunca fez "qualquer movimento" para a compra de medicamentos para enfrentamento à covid ou financiamento de comunicação sobre o tema.

A decisão do empresário de ficar em silêncio não impediu o relator, Renan Calheiros, de fazer suas perguntas ao investigado. Mais que isso, Renan se amparou em vídeos em que o empresário fala em "forrar" o Brasil com medicamentos não comprovados cientificamente para tratar a covid e relembra o mês que passou junto ao ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello atuando como conselheiro da pasta.


Da redação






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